Suicídio e fragilidade social na velhice, uma triste realidade

Ana Elisa Sena Klein Da Rosa

Resumo


A população que mais cresce no Brasil, e na maior parte do mundo, é grupo acima de 60 anos. Observamos que a sociedade brasileira não está preparada para a mudança no perfil populacional, e embora as pessoas estejam vivendo mais a qualidade de vida não acompanha a evolução social. Redigimos uma pesquisa teórica, original e bibliográfica, com abordagem qualitativa e quantitativa baseada em dados estatísticos, artigos científicos e literaturas específicas a partir de 1992 até o ano de 2010. Ressaltamos a importância do contato social, cultivo de amizades e relacionamentos. Na faixa etária dos idosos o grupo acima de 70 anos é o que mais se envolve com pensamentos, ideação e suicídio. A falta de significado existencial pode mexer muito com o equilíbrio emocional e a resposta humana à incerteza é complexa. Tendo em vista a condição existencial referida pela “velhice” e a marginalização social que nela se inscreve, desnudamos sua fragilidade, para considerar que o suicídio ocorre não somente por limitações ou dependências instauradas pela condição física ou fisiológica, mas por valores e práticas sociais pouco sensíveis à diversidade. Poucos trabalhos são produzidos no Brasil. Consideramos que a velhice desafia nosso sistema social em alguns de seus pilares.

Palavras-chave


Suicídio, Morte, Fragilidade, Velhice, Idosos

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